Buenas, moçada!

Desculpem o atraso. Coisas da vida. Coisas boas, no caso. Daquelas únicas.

Além de atrasada, a NFJ vem excepcionalmente bem mais curta. Ao invés de indicar e comentar links, vou me reservar a apenas apontar algumas referências que vi durante a semana. Se for o caso, voltamos a elas nas próximas newsletters. Rápida e rasteira. Já adotei este princípio lá atrás, quando os números das edições recém tinham chegado em dois dígitos. Na próxima as coisas voltam ao normal.

Ah, e tudo indica que será a última newsletter do ano. A ideia é fazer um recesso até o dia 8/1, primeira sexta-feira últil de 2016. Tudo bem? Tudo bem. Vamos nessa.

Começo com algo que poderia ser assunto de apenas uma NFJ: as previsões para 2016 do Nieman Lab. Assim como em anos passados, eles perguntaram às “smartest people” sobre o que será assunto nos próximos doze meses em relação a jornalismo e mídia. O resultado é um especial para ler durante todo o verão.

Sigo com este texto do European Journalism Observatory sobre métricas. Ele fala de um estudo realizado no Tow Center a respeito de como os jornalistas são suscetíveis a sucumbir ao poder das métricas. No fim, todo mundo quer saber se sua matéria está tendo receptividade – inclusive os repórteres mais durões.

Post do blog Headlines and Deadlines sobre a entrada de dois jornais regionais britânicos no Instant Articles. Aqui, a discussão interessante é menos o caso específico do The MEN e do WalesOnline, mas sim a que envolve a possibilidade de o jornalismo regional (portanto, com menos recursos) aproveitar as possibilidades oferecidas pelas grandes plataformas de distribuição de conteúdo.

Falando em grandes plataformas de distribuição, é um pouco em função delas que o Atavist – grande case de sucesso de dois anos atrás – está encontrando dificuldades, segundo esta matéria do Nieman Lab. É aquela coisa: nada está muito firme no reino da mídia. Num ano, o sujeito pode estar falando no festival da piauí, no outro, demitindo gente e pensando no que fazer para evitar a total bancarrota.

Deem uma olhada nas histórias que mais prenderem os leitores nos EUA neste ano. Somados, os minutos investidos na leitura de 20 matérias chegaram mais de 1.300 anos. São 685.231.333 minutos. Spoiler: a primeira colocada é sobre o ISIS.

Dois links instrumentais. Primeiro, 3 apps gratuitos para editar vídeos curtos para postar em redes sociais. Segundo, 5 dicas para jornalistas usarem Google tools.

Por fim, neste texto, o colega Pedro Burgos explica o que ele fez e aprendeu durante o período em que esteve em Nova York para cursar o Master em Jornalismo Social, oferecido pela City University of New York. Vale a pena dar uma conferida.

É isso, gurizada. Nos vemos em 2016. Cuidem-se. E encham a cara.

Boas festas e até dia 8/1 🙂
Moreno Osório