NFJ#198 A checagem de promessas e a subjetividade da política; a importância da interação com a audiência; o redesign da homepage do NYT









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NFJ#198 (24/08/2018)

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Buenas, moçada! Boa noite e desculpa pelo atraso.
Depois de 24 horas de sol, a chuva voltou ao paralelo 30. Com ela, veio o frio, (mais) umidade e a vontade de estar no fim do verão nova-iorquino, às vésperas do US Open. Depois de duas semanas em modo de contingência, a coisa vai voltando ao normal. Nossa campanha entrou em modo “de grão em grão”, o que era esperado. Mas nada impede que todos vocês que ainda não nos apoiam possam fazê-lo AGORA! Brincadeirinha. Mas, sério, apoiem lá. Estamos quase na segunda meta.

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Muito bem. Vamos nessa? Hoje o comando é da Lívia, as usual recentemente, mas eu tenho uma contribuição inicial. Espero que vocês curtam a edição 198 da NFJ.

Índice

Campanha em andamento e checadores em chamas

Alguns links de coisas que andam acontecendo. É provável que vocês já tenham visto, mas sempre vale dar uma sistematizada. Aqui, o resultado da segunda checagem em tempo real que o Aos Fatos fez o debate presidencial de sexta passada. Na Lupa, a novidade é a estreia da ombudsman Fernanda da Escóssia. Na primeira coluna, Escóssia defende o trabalho de checagem e faz comentários a respeito do trabalho da Lupa durante a semana que passou. No Truco, da Pública, as checagens em sete estados, fruto da parceria com checadores locais, estão a mil. No grupo Globo, o projeto Fato ou Fake, que reúne oito veículos, também está a pleno vapor. 
 

Checagem de promessas e a subjetividade da política

O UOL, em parceria com o Eder Content, lançou nesta semana uma iniciativa para checar as promessas de campanha dos candidatos a presidente. A ideia é verificar uma promessa por dia, de segunda a sexta, até a véspera do primeiro turno.

Um trecho do texto de apresentação a respeito dos critérios utilizados.

Serão usados critérios predefinidos, como a existência de recursos para realizar a proposta, as restrições no Orçamento da União (que é limitado pelo teto dos gastos e pelo destino predeterminado da maior parte dos recursos federais, como as verbas destinadas para Educação, por exemplo) ou ainda o tempo necessário para executar a ideia. 

Aqui tem a primeira checagem do projeto, sobre a promessa do PT de isentar do IR quem ganha até cinco salários mínimos. A conclusão da verificação é que “Dá pra fazer, mas depende de aprovação do Congresso”. “Dá para fazer, mas depende…..” é um dos quatro selos que serão utilizados pela iniciativa do UOL-Eder Content. 

Depois dos discursos, a checagem de promessas é mais um passo dado pelo fact-checking. Avanço salutar, se pensarmos, por exemplo, a partir do raciocínio de Fernanda da Escóssia, ombudsman da Lupa. Ela enxerga o fact-checking como uma especialização que emerge quando a evolução do jornalismo de precisão e de dados encontra a checagem tal como ela sempre existiu, um valor intrínseco à profissão, uma “tarefa jornalística inegociável”, em suas palavras.

Por outro lado, é sempre bom estar atento aos possíveis efeitos colaterais que o fact-checking traz consigo. Ainda faltam, me parece, argumentos equilibrados e/ou aprofundados, que façam uma crítica construtiva a esse tipo de prática jornalística. Mas alguns tangenciamentos pipocam aqui e ali. Já destacamos alguns na edição 188 da NFJ, por ocasião do caso do terço. A propósito da iniciativa de checagem de promessas, o jornalista Hugo Souza escreveu um artigo no seu perfil no Facebook. Deem uma lida. O texto oferece algumas entradas para reflexões mais aprofundadas e menos adjetivadas que as oferecidas pelo autor. Uma delas é pensar sobre o que pode significar, em termos de formação do discurso e da opinião pública, “colar selinhos de possível ou impossível naquilo que só a política poderá determinar”.

Nesse sentido, a primeira checagem, que recebeu o selo de “Dá pra fazer, mas depende de aprovação do Congresso”, poderia servir de exemplo para reflexão.

Hoje à tarde troquei algumas mensagens com a Andréia Lago, sócia fundadora e editora de conteúdo do Eder Content. Quis saber a opinião dela, nem tanto em relação ao texto, mas mais sobre os efeitos que iniciativas como a UOL Confere podem ter para a formação da opinião pública a respeito dos políticos e da política.

Abaixo, um trecho da resposta dela.

“O papel do jornalismo é prestar um serviço à sociedade: se a checagem de promessas servir para que os brasileiros possam decidir com mais informação à mão, cumprimos nosso papel. Não acredito em jornalismo que repete o que candidato diz e dá seu trabalho por encerrado. […]  Além disso, estamos num ambiente novo em que a sociedade quer mais transparência de instituições e marcas. O jornalismo precisa responder a isso.”

A crítica, pelo que venho observando, passa um pouco pela adoção da técnica (no caso, a do fact-checking) como uma ideologia, o que pode acabar por ignorar, ainda que não intencionalmente, os meandros subjetivos da política. Algo que o jornalismo deveria estar atento. Por outro lado, como diz Escóssia na sua coluna inaugural,

“O jornalismo, mesmo sabendo que é impossível alcançar a objetividade jornalística plena, deve buscar a precisão. Em um mundo tomado pela profusão de informações, é papel do jornalismo esclarecer ao leitor se o que lhe dizem tem respaldo nos fatos.”

Bueno, segue o baile. Seguiremos atentos à evolução do fact-checking e a eventuais críticas e questionamentos que possam torná-lo melhor.

Com essa, passo a bola para a Lívia, que segue com vocês até o fim.
Vou ali tomar um vinho e ouvir esse som aqui. Até!

Oi, gente!
Semana gelada aqui em Santa Catarina, marcada pela triste notícia da morte de Otavio Frias Filho, diretor editorial do Grupo Folha. Um cara super importante não só para o processo de modernização da Folha, mas para o jornalismo brasileiro. Não li, mas fiquei sabendo que houve “comemoração” nas redes, o que me faz perder a fé na humanidade. Em compensação, li relatos de jornalistas que trabalharam com ele e que ressaltaram seu profissionalismo. Uma grande perda, com certeza. Mas a vida segue, na esperança de que a gente dê valor às coisas que realmente importam. E chega de filosofia, rs. Vamos às informações e análises desta semana?

Comentários, engajamento e como manter assinantes

Esta semana reli o relatório do jornalismo pós-industrial, escrito em 2012 pelos professores C. W. Anderson, Emily Bell e Clay Shirky. Lembram dele, né? E em vários momentos pensei: nossa, está tudo aqui mesmo. A parte “Jornalistas” é a que mais me chamou atenção nessa releitura, porque há seis anos eles já haviam percebido que a relação entre jornalistas e audiência tinha que mudar.

Olhem esse trecho:

“Um jornalista vai dedicar mais tempo a relações de colaboração – relações que podem envolver tecnólogos (para a criação de sistemas melhores), especialistas ou acadêmicos em sua área e outros jornalistas (para a cobertura de fatos, a criação de software e a edição e agregação do trabalho de terceiros). Embora todo jornalista já deva estar acompanhando o desdobramento de fatos e tomando parte em discussões públicas em redes sociais ou seções de comentários, sua capacidade de agregar valor para usuários com essas técnicas será, cada vez mais, parte de seu valor como profissional”.

É o tal do engajamento, hoje tão discutido e teorizado. A meu ver, as redações que estão tendo sucesso pelo mundo são as que perceberam o valor da interação com a audiência. Três exemplos, em diferentes níveis:

Comentários em destaque: O Times e o Sunday Times atualizaram suas seções de comentários para permitir que os leitores vejam quando seus jornalistas favoritos estão online e participem mais facilmente das discussões. A atualização adicionará comentários ao aplicativo dos dois veículos pela primeira vez, para melhor atender o crescente número de leitores digitais (o aumento foi de 20% no último ano). “Também daremos aos leitores a opção de fazer upload de uma foto de perfil para sua conta, participar de conversas em grupo com jornalistas e participar de grupos de comentários da comunidade construídos em torno de tópicos de interesse”, disse a editora de Engajamento Charlotte Seager, de acordo com esta matéria do PressGazette.

Engaged Journalism Accelerator: É um projeto do European Journalism Centre que quer “apoiar, conectar e inspirar as redações a aprender novas maneiras de trabalhar com e para suas comunidades”. Neste texto para o Journalism.co.uk, o líder de Engajamento Ben Whitelaw conta sobre a base de dados com mais de 70 veículos de 26 países, que se dedicam a empoderar comunidades no debate público. O projeto vai atuar a partir de um diagnóstico preocupante: “muitas organizações de notícias não definiram maneiras de ouvir as vozes e opiniões de seus leitores com um modelo ativo de feedback. Em muitos casos, os repórteres contam histórias que eles acham que suas comunidades deveriam conhecer, e não o que eles sabem que é importante para elas”, diz Whitelaw.

Como manter os assinantes: O Nieman Lab repercutiu alguns resultados do relatório feito pela World Association of Newspapers and News Publisher (WAN-IFRA) sobre lições de retenção de assinantes digitais. São vários estudos de casos de veículos que tiveram sucesso em manter seus assinantes “através de uma combinação entre oferecer aos leitores a experiência de notícias que eles desejam, rastrear métricas relevantes e abordar pontos problemáticos que possam levá-los a cancelar a assinatura”. De acordo com os editores entrevistados para o relatório, os tipos de matérias que fazem com que muitos leitores se tornem assinantes são as mesmas que eles tendem a consumir depois que assinam. “O que converte e o que retém é praticamente a mesma coisa. É basicamente sobre o valor local”, disse Pål Nedregotten, CDO do grupo de mídia local norueguês Amedia.
 

Enquanto isso, no império de Mark

À medida que cresce a importância do papel mediador do jornalismo, fica mais problemática a mediação das plataformas nas redes sociais. Esta excelente reportagem do Motherboard, publicação multimídia do site Vice, mergulha nos bastidores do Facebook para mostrar a luta pela moderação de 2 bilhões de pessoas. E o título crava: é um trabalho impossível. Jason Koebler e Joseph Cox entrevistaram mais de 20 funcionários de Zuckerberg e tiveram acesso a documentos internos que mostram a tentativa de criar critérios de moderação, principalmente os relacionados a discursos de ódio.

O “policy team” (equipe de políticas) do Facebook é formada por advogados, profissionais de relações públicas e experts em gerenciamento de crise que elaboram as regras. São 7.500 moderadores humanos (!), que decidem agir ou não em conteúdos que violam as políticas. ”Inteligência artificial é muito boa para identificar pornô, spam e contas falsas, mas não é ainda eficiente para identificar discursos de ódio”. Leiam um trecho:

“Como moderar com sucesso o conteúdo gerado pelo usuário é um dos problemas logísticos mais trabalhosos e incompreensivelmente complexos que o Facebook já tentou resolver. Seus dois bilhões de usuários fazem bilhões de posts por dia em mais de uma centena de idiomas, e os moderadores humanos de conteúdo do Facebook são solicitados a revisar mais de 10 milhões de postagens por semana. O Facebook pretende fazer isso com uma taxa de erro inferior a um por cento, e procura rever todo o conteúdo relatado pelo usuário dentro de 24 horas. O Facebook ainda está cometendo dezenas de milhares de erros de moderação por dia, com base em seus próprios alvos. E embora os moderadores apliquem as regras da empresa corretamente na grande maioria do tempo, os usuários, os políticos e os governos raramente concordam com elas. A questão, dizem os especialistas, é que o público do Facebook agora é tão grande e tão diverso que é quase impossível governar toda interação possível no site”.

A reportagem é densa, longa e importante. Impossível resumi-la aqui. Por isso, super recomendo que vocês invistam meia hora do dia para lê-la e refletir sobre a complexidade do ecossistema midiático atual. É de dar nó no cérebro.

Nova homepage do NYT remove assinatura nas matérias

Depois de fazer mudanças significativas em seus aplicativos, o The New York Times reformulou o design de sua homepage para desktops. Neste texto, as equipes técnica e editorial dão detalhes sobre todo o processo, que começou com uma imersão na vida de 40 leitores. “Nós os visitamos em suas casas e os conhecemos. Então, fizemos a eles perguntas amplas sobre como as notícias se encaixam em seu dia – ou não”. Isso resultou na compreensão de três principais necessidades dos leitores:
 

  • Primeiro, eles queriam acompanhar as últimas notícias e descobrir o que poderiam ter perdido.
  • Em segundo lugar, queriam aprofundar sua compreensão dos principais acontecimentos por meio de artigos de análise e opinião.
  • Por fim, eles queriam descobrir algo inesperado a partir de nossa variedade de histórias e seções.

O processo de criação ainda contou com testes em tempo real de protótipos com 4% dos leitores, o que resultou em 15.300 respostas. De acordo com este texto do site Fast Company, os leitores não gostaram de layouts que tinham menos texto. Outros, com muitas fotos, também não agradaram, pois o feedback mostrou que “imagens de políticos em ternos se tornam entediantes e repetitivas”.

Visando a integração com as necessidades editoriais, alguns membros da equipe de produto, design e engenharia se ofereceram para editar a homepage por um dia, sentindo a pressão constante das últimas notícias. Isso resultou numa reformulação do gerenciador de conteúdo do site, que priorizou a flexibilidade dos destaques para diferentes arranjos de notícias (veja aqui as opções).

Mas nem tudo repercutiu bem. A principal crítica feita por acadêmicos e especialistas foi a exclusão da assinatura das matérias na homepage (neste tweet dá para perceber o layout antes e depois da exclusão do nome dos repórteres). A professora Nikki Usher comentou: “Por que precisamos que as assinaturas sejam claras? Porque nos ajuda a saber quem é responsável pela matéria”.

Neste texto para o Journalism.co.uk, o designer Darrel Frost recupera essas críticas e lembra que o nome do repórter continua aparecendo na página interna da notícia. E faz um contraponto interessante:

“Não quero que as pessoas escolham as notícias por meio de assinatura. Muitos leitores consomem notícias exclusivamente de fontes com as quais estão predispostos a concordar; inúmeros artigos foram escritos sobre a necessidade de sair de nossas bolhas. Dizer que os leitores devem escolher sua dieta informativa com base nos nomes dos repórteres individuais parece antitético ao consumo responsável de notícias”.

Até onde eu lembro, aqui no Brasil nenhum site jornalístico destaca a assinatura das matérias na homepage. Mas é interessante perceber como o redesign vai muito além do layout e traz consigo implicações editoriais importantes.

Primeiros resultados da GDPR e as incertezas da lei brasileira

Pesquisa do Reuters Institute mostrou uma queda de 22% na utilização de cookies de serviços terceiros nos sites de notícias da Europa desde o GDPR (a General Data Protection Regulation começou a valer em maio deste ano e falamos sobre ela principalmente na NFJ#186). Mais de 200 sites de notícias foram estudados entre abril e julho – antes e depois da lei – apontando mudanças significativas em sete países da União Europeia: Finlândia, França, Alemanha, Itália, Polónia, Espanha e Reino Unido.

Os sites de notícias do Reino Unido, que tinham mais cookies por página em abril, tiveram 45% menos em julho, seguidos pela Espanha, com queda de 33%. Os sites alemães exibiram a menor alteração, com diminuição de 6% em cookies (veja aqui o gráfico).

Este texto do ijnet destaca que houve remoção de plugins de plataformas de redes sociais e widgets de recomendação de conteúdo, mas que “quase nenhuma alteração foi vista nos percentuais de páginas que utilizavam pelo menos um caso de publicidade de terceiros, mensuração de audiência, otimização de design e hospedagem”.

Diante deste contexto, a GDPR deve fazer com que a publicidade invista mais em segmentação contextual e conteúdo personalizado nos sites de notícia, de acordo com este texto do Digiday.

Aqui no Brasil, a nossa lei de proteção de dados “nasceu desgovernada”, de acordo com Ronaldo Lemos. Em sua coluna na Folha, o especialista lembra que, diferentemente do modelo europeu, foi vetado o dispositivo da nossa legislação que criaria uma autoridade nacional de proteção de dados. Essa entidade administrativa seria responsável por implementar, fiscalizar e deliberar sobre a aplicação da nova lei.

“Um dos papéis da agência é interpretar a lei, definindo seus parâmetros de aplicação e resolvendo suas muitas dúvidas e incertezas. Em outras palavras, leis de privacidade são desenhadas para funcionar necessariamente com uma autoridade, que funciona como o “centro de controle” essencial da lei. Tanto é que o texto que foi aprovado menciona 49 vezes a palavra “autoridade nacional”. Só que, por causa do veto, ela não existe. O que acontecerá com esse texto fantasma? Ninguém sabe. O resultado é a aprovação de uma lei que cria pesadas obrigações jurídicas, mas é acéfala. Em outras palavras, é uma lei morta-viva. Tal como um zumbi de seriado de televisão, suas normas serão colocadas em movimento”. 

Lemos enfatiza que, em vez de haver uma autoridade que uniformiza sua aplicação, a lei será interpretada por cada um dos mais de 17 mil juízes de primeira instância do país. Complicado, não?

Coisas rápidas

  • A Angela Pimenta vai estar na Escola de Comunicação, Artes e Design da PUC-RS na semana que vem falando sobre o Projeto Credibilidade
  • Agência Pública está com inscrições abertas até 21 de setembro para microbolsas destinadas a repórteres que querem investigar a volta da fome no Brasil.
  • A Énois vai promover uma oficina gratuita para professores (principalmente do Ensino Médio) sobre leitura crítica da mídia. Há duas opções de datas (15/09 ou 29/09), com 30 vagas cada uma.
  • A Poynter Media Trust Survey traz boas notícias para o ecossistema midiático dos EUA: segundo os pesquisadores, a confiança na mídia aumentou desde o ano passado, e a grande maioria dos americanos confia nas fontes de notícias locais.
  • O editor de Mídias Sociais da BBC News, Mark Frankel, comemorou a marca de 3 milhões de inscritos no canal do veículo no YouTube. Só pra vocês terem uma ideia, o canal do BuzzFeed UK tem pouco mais de 2 milhões de inscritos, e o da Sky News e o do The Guardian não chegam a 1 milhão.
  • Semana passada falamos que, com a diminuição do alcance do conteúdo jornalístico nas redes sociais, as redações estão voltando a olhar para as técnicas de SEO de forma prioritária. Este texto de Brian Feldman comemora: “SEO is back. Thank God”.
  • Muito interessante esse coaching para mulheres no jornalismo: “Digitalwomenleaders.com é o lugar onde jornalistas mulheres podem encontrar uma coach para uma grande variedade de tópicos”, diz a fundadora Ren LaForme ao Poynter. É gratuito e colaborativo.

Era isso, gente.
Bom final de semana e até sexta que vem.
Lívia Vieira e Moreno Osório

Nosso agradecimento de <3 vai para:

Alexandre de Santi, Ana Paula Rocha, Andre Rebelato Tamura, André Schröder, Anne Rocha, Aurea Araujo, Bernardete Melo de Cruz, Breno Costa, Bruno Pavan, Carolina Silva de Assis, Cecília Seabra, Davi Souza Monteiro de Barros, Denise Maria Neumann, Edimilson do Amaral Donini, Eliane Vieira, Emilene Lopes, FêCris Vasconcellos, Felipe Seligman, Fernando Vieira Goettems, Filipe Techera, Gabriel Galli, Gabriela Caesar, Gabriela Ludwig Guerra, Gabriela Terenzi, Gisele Reginato, Giuliander Carpes, Hans Caesar, Jean Prado, Jocélio Oliveira, Larissa Donini, Leonardo Pujol, Luiza Guerim, Marcelo Crispim da Fontoura, Marco Túlio Pires, Margot Pavan, Nadia Leal, Pedro Burgos, Priscila Bernardes, Raquel Ritter Longhi, Regina Maria Pozzobon, Rogerio Christofoletti, Sérgio Spagnuolo, Silvio Sodré, Vinicius Batista de Oliveira.

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